O preço é público
R$ 99 por loja, na página, antes de qualquer conversa. Preço atrás de formulário existe para descobrir quanto você pode pagar.
Os que não podem errar. Quatro deles levam este nome, e dividem uma conta, uma empresa e os mesmos dados.
O corpo do meio é a sua empresa. O pequeno que gira em volta somos nós: perto o bastante para ser útil todo dia, longe o bastante para não atrapalhar o jeito como você já trabalha.
É também por isso que as fases da lua aparecem no sistema — numa coluna de quadro, numa etapa de implantação. Elas dizem quanto do caminho já foi andado sem precisar de cor para explicar.
R$ 99 por loja, na página, antes de qualquer conversa. Preço atrás de formulário existe para descobrir quanto você pode pagar.
Exportação completa em formato aberto, sempre. Quem depende de aprisionamento para manter cliente está admitindo que o produto não se sustenta sozinho.
Nenhum script de terceiro no site, nenhum pixel de rastreamento de abertura nos e-mails. Uma empresa que vende privacidade não pode entregar a sua visita para outra pessoa.
Os quadros estão em desenvolvimento e a página diz isso. Descobrir na reunião custa um cliente; ler aqui não custa nada.
Nada aqui é construído para ser anunciado. Cada parte entra junto com uma loja que precisou dela, e a ordem é decidida por quem já está pagando.
Empresas e lojas, catálogo com campos fiscais, estoque por local, faturamento e um registro de auditoria de cada mudança.
Cada uma entra junto com a empresa que precisa dela, em vez de uma lista de logotipos que ninguém nunca ligou.
Quadros e cartões ligados à operação — um cartão que aponta para um produto, uma movimentação ou uma nota, e abre.
As ferramentas de privacidade: links que expiram e notas criptografadas antes de sair do seu aparelho.
Cada afirmação abaixo leva ao relatório de outra pessoa, não ao nosso.
A Ukari é pequena de propósito: quem responde a primeira mensagem é quem migra o seu catálogo e quem atende quando alguma coisa quebra.
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